segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Brava da Almada é morada de golfinhos e tartarugas na Rio-Santos


Em um trajeto pela rodovia Rio-Santos, a BR 101, fica difícil concentrar no volante. A cada curva aparece uma praia de cair o queixo. A Brava da Almada, perfeitamente encravada na mata atlântica, em Ubatuba, é uma escapadela obrigatória



A areia é clara, assim como a água. O bom é chegar com tempo, levar um bom livro e deitar na sombra das amendoeiras - aquelas árvores de folhas redondas tradicionais do litoral paulista que fazem sombra como nenhuma outra. Se você der sorte recebe a visita de tartarugas e até golfinhos.

A ausência de pessoas, principalmente na baixa temporada, e, por mais incrível que pareça, nenhum ambulante gritando, cria um clima perfeito para o sossego e a traquilidade. As árvores praticamente debruçam sobre a areia e parecem querer se refrescar nas águas claras da Almada.

Na sua mochila, coloque sempre alguma coisa para comer, água e um saco plástico para trazer o lixo de volta. O local é isolado e nem os quiosques conseguiram chegar ainda. Mais uma motivo para você não deixar nenhum vestígio na praia.

O mesmo fator que atrai os surfistas para Almada, também deu o nome Brava à praia: as ondas fortes. Se você gosta de pegar onda, a Brava da Almada é o lugar certo para levar sua prancha.

Existem duas maneiras de chegar à praia, ambas por trilhas. Localizada nos limites do Parque Estadual da Serra do Mar, no quilômetro dez da BR 101, a melhor maneira de chegar à Brava é através da praia do Engenho, por uma trilha de aproximadamente vinte minutos. Da praia da Fazenda também é fácil chegar, mas o esforço é maior: a trilha demora pouco menos de uma hora.

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