domingo, 6 de dezembro de 2009

DEMolição

Seguindo a lógica, o tsunami sobre o DEM invade o território do governador José Serra, candidato tucano. Diminui a probabilidade de escolha de um vice democrata na chapa tucana. O ímpeto do tucanato fica amortecido. Sem participar diretamente da chapa, o Democratas poderá sentir-se livre nos Estados para fazer campanha com partidos não coligados. E uma chapa puro-sangue, defendida por uma ala do PSDB, só não seria limitativa se o governador de Minas Gerais, sob intensa pressão, aceitasse ser o vice de Serra. Ante a rejeição da ideia, já tornada pública por Aécio Neves, sobra a perspectiva cada vez mais defendida por um grupo de tucanos: o governador paulista ficaria com o pássaro na mão (a garantia da reeleição em São Paulo), deixando os dois a voar para Aécio (a candidatura presidencial, risco de monta).

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