segunda-feira, 6 de abril de 2009

Ushitaro Kamia ganha R$ 9 mil por mês e está construindo uma casa avaliada em R$ 6 milhões..De onde vem o dinheiro?

3 comentários:

Anônimo disse...

Que coisa absurda.E o pior que devem ter muitos .E depois esses malandros falam mal do mensalão e se dizem éticos, quem são eles para falarem alguma coisa. Um bando de salafrários.

jbmartins disse...

Comentar o que , a Receita Federal nos deve uma explicação sob a multiplicação dos 9 mil, coisa que so alguns pode fazer.

Anônimo disse...

Devido a grande onda de informações veiculadas nos meios de comunicação do país, venho a público manifestar as minhas palavras sobre uma suposta casa no valor de R$ 6 milhões, com elevadores panorâmicos, cascatas de R$ 200 mil, piscinas e estacionamento para mais de 5 carros.

Gostaria de dizer a vocês, meus amigos, que isso é pura inverdade. Possuo sim uma residência, localizada na zona norte de São Paulo. Terreno que adquiri em 1991 e registrado devidamente no Cartório de Registro de Imóveis competente.

Em uma área de 415m², estou construindo há 17 anos a minha casa, que quando pronta terá pouco mais de 300m² de área edificada. Quando pronto, pois até hoje ainda não consegui concluir. Faço à medida que tenho condições. E como podem agora dizer este valor irreal? As obras tampouco se encerraram para valer essa cifra, nem mesmo com a valorização natural, o seu valor não chega a 10% da quantia astronômica mencionada nas reportagens.

É certo que a concepção do projeto, devidamente aprovado na Prefeitura Municipal de São Paulo, tem ar diferenciado e que remete a minha ancestralidade japonesa, porém, não se trata de uma “mansão” ou um “palacete imperial”, como noticiado. Não existem elevadores panorâmicos, piscina ou cascata de R$ 200 mil, nem mesmo no desenho da planta.

Tudo o que foi publicado até agora na mídia é apenas sensacionalismo. Como cidadão e como representante dos paulistanos, eu cumpro com meus deveres e obrigações. De maneira nenhuma lesei ou tive a intenção de lesar o Governo. Destaco ainda, que o terreno sofreu valorização natural e hoje, não condiz com o valor que foi pago na época, conforme tenho documentado.

Gostaria de esclarecer também a respeito do nome que se encontra na escritura. O terreno sempre foi meu, mas em 1999, em um momento de dificuldade, precisei de uma ajuda financeira. Estava com câncer maligno no sistema linfático. O fato, na ocasião, se restringiu a apenas aos meus familiares a fim de me resguardar diante de uma doença avassaladora, a qual hoje devo colocar a público. Por conta disso, como garantia de pagamento do empréstimo que pedi a um amigo, o pai do sr. Marcelo Hideshima, passei a escritura da casa para seu filho, o próprio Marcelo Hideshima. Caso viesse a falecer, uma vez que meu tumor era maligno, não poderia deixar dívidas e transtornos a minha família.

Uma atitude que julgo ser do próprio instinto ao se deparar com uma realidade tão cruel. Vivi dias em que temia pelo futuro e o que eu não queria de maneira alguma era deixar problemas às pessoas que mais amo.

E antes que as pessoas soubessem disso fui bombardeado com uma série de acusações infundadas. É muito simples julgar os outros pela aparência. Mas, mais simples ainda é escutar ambos os lados antes de apontar o dedo e criar suas próprias conclusões. Admiráveis são aqueles que vão além e conseguem se colocar no lugar do outro para, ao menos, tentar compreender, nem que seja por um instante, a história.

Obrigado aos amigos que me apoiam, por suas palavras de incentivo, pelo carinho e por estarem comigo, seja nas horas felizes ou tristes. Gostaria de destacar principalmente os Grupos Okinalar de Ferragens, Grupo de Perfumarias, Confeccionistas do Brás, Supermercadistas, profissionais liberais e a este Jornal, que presta este serviço a você, meu caro leitor.
ARTIGO RETIRADO DO SITE OFICIAL DO VEREADOR KAMIA

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